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Como evitar que seu cachorro tenha “alzheimer” na velhice

Envelhecer com saúde é um desafio que todos nós temos que lidar e, claro, também é uma preocupação que os pais e mães de pets precisam ter com os seus bichinhos, mesmo que eles ainda sejam filhotes.

Como você sabe, a idade canina é bem diferente da nossa e antes do bichinho completar o seu primeiro ano de vida, ele já pode ser considerado um adulto. E como “envelhece” mais rápido, o cachorrinho precisa receber os cuidados que um animal mais sênior necessita (bem antes do que muita gente acredita).

Problemas articulares, oculares e renais são apenas alguns dos males mais comuns entre os “vovôs”, porém, uma outra doença menos famosa e que também precisa ser prevenida é a disfunção cognitiva, conhecida como “alzheimer canino”. A doença pode, entre outras coisas, fazer com que o seu cachorro se torne  mais agressivo, tenha dificuldade em reconhecer pessoas e lugares e passe a uivar e latir com mais frequência (principalmente durante a noite).

Presente na maioria das vezes em cães com oito anos ou mais, a doença afeta de maneira progressiva a função cerebral e as células nervosas (responsáveis pela comunicação).

Os exercícios mentais e o enriquecimento ambiental são essenciais para o bem-estar animal e ajudam a prevenir o “alzheimer canino”. Lembrando, é claro, da importância de uma alimentação de qualidade, que pode ser incrementada com suplementos ricos em antioxidantes (que retardam o envelhecimento), ácidos graxos, vitamina C e ômega 3, nutrientes essenciais para um bom envelhecimento.

Converse com o seu médico veterinário para que ele indique as melhores opções ao seu peludinho.

Fonte: Petlove